Tumores Cerebrais
Diagnóstico preciso e tratamento individualizado de tumores cerebrais — gliomas, meningiomas e metástases — com tecnologia de ponta e abordagem humanizada. Dr. Luiz Fernando, neurocirurgião em Uberlândia.
O que são tumores cerebrais?
Tumores cerebrais são crescimentos anormais de células dentro do cérebro ou das meninges (membranas que o envolvem). Eles podem ser benignos (não cancerosos) ou malignos (cancerosos) e são classificados de acordo com o tipo celular, localização e grau de agressividade (classificação da OMS, graus I a IV).
Tipos mais comuns
- Gliomas: Originam-se das células gliais; incluem astrocitomas, oligodendrogliomas e glioblastomas (grau IV, o mais agressivo).
- Meningiomas: Surgem das meninges, geralmente benignos, com crescimento lento.
- Metástases cerebrais: Tumores que se espalham de outros órgãos (pulmão, mama, rim, melanoma) para o cérebro.
- Neurinomas / Schwannomas: Tumores benignos que afetam os nervos cranianos, como o nervo vestibulococlear (neurinoma do acústico).
- Tumores embrionários: Como meduloblastomas, mais comuns na infância.
Principais sintomas
Os sintomas dependem da localização, do tamanho e da velocidade de crescimento do tumor:
- Cefaleia (dor de cabeça): Persistente, frequentemente pior pela manhã ou ao esforço, diferente das dores habituais.
- Convulsões: Podem ser o primeiro sinal, especialmente em adultos sem histórico prévio de epilepsia.
- Alterações cognitivas ou de personalidade: Dificuldade de concentração, memória ou mudanças de comportamento.
- Fraqueza ou dormência: Frequentemente afetando um lado do corpo (hemiparesia).
- Problemas de visão: Visão dupla, perda de campo visual ou embaçamento.
- Náuseas e vômitos: Causados pelo aumento da pressão intracraniana.
- Dificuldade de fala (afasia): Em tumores próximos às áreas de linguagem.
⚠️ Quando procurar um neurocirurgião?
Procure avaliação médica imediata se apresentar:
- Dor de cabeça nova ou diferente do habitual, principalmente com piora progressiva.
- Primeira crise convulsiva na vida adulta.
- Perda de força, sensibilidade ou coordenação de início recente.
- Alterações visuais inexplicáveis.
- Diagnóstico incidental de lesão cerebral em exame de imagem.
Não espere os sintomas piorarem. O diagnóstico precoce amplia as opções de tratamento e melhora significativamente o prognóstico.
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico preciso é essencial para definir a melhor estratégia terapêutica. Utilizamos:
- Ressonância Magnética (RM) com contraste: Exame padrão-ouro para avaliar localização, tamanho, limites e infiltração do tumor.
- Tomografia Computadorizada (TC): Complementa a avaliação, especialmente em casos de urgência ou comprometimento ósseo.
- Espectroscopia por RM: Analisa o metabolismo do tecido, contribuindo para a diferenciação entre tumor e inflamação.
- Tractografia (difusão de RM): Mapeia os feixes de fibras nervosas ao redor do tumor, crucial para o planejamento cirúrgico.
- Biópsia estereotáxica: Para tumores profundos ou inoperáveis, permite obter amostra de tecido para definir o tipo tumoral.
- Exame neurológico completo: Avaliação detalhada de força, sensibilidade, reflexos, coordenação, linguagem e funções cognitivas.
Opções de tratamento
O tratamento é individualizado e depende do tipo histológico, tamanho, localização e estado clínico do paciente. As opções incluem:
- Observação com acompanhamento: Para tumores pequenos, benignos e assintomáticos (ex.: meningiomas incidentais), com RM de controle periódico.
- Cirurgia (Craniotomia com microcirurgia): Para remoção máxima segura do tumor, com auxílio de neuronavegação e monitoramento neurofisiológico intraoperatório.
- Biópsia estereotáxica: Quando o tumor não é acessível cirurgicamente, mas precisa de diagnóstico histológico.
- Radioterapia / Radiocirurgia (Gamma Knife / LINAC): Radiação focada para destruir ou controlar o crescimento tumoral, especialmente em lesões pequenas ou como complemento à cirurgia.
- Quimioterapia: Uso de medicamentos antitumorais, frequentemente associados à radioterapia em gliomas malignos (protocolo Stupp com temozolomida).
- Imunoterapia e terapias-alvo: Novas modalidades disponíveis para tipos específicos de tumores, baseadas em marcadores moleculares.
- Reabilitação multidisciplinar: Fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional para recuperação funcional pós-tratamento.
Por que tratar com o Dr. Luiz Fernando?
Neuronavegação
GPS cirúrgico para localização precisa do tumor em tempo real
Monitoramento neurofisiológico
Preservação de funções motoras e de linguagem durante a cirurgia
Equipe multidisciplinar
Oncologista, radiologista e neurorradiologista integrados no seu cuidado
Consulta detalhada
Explicação clara do diagnóstico, opções e riscos com tempo e atenção
Perguntas frequentes sobre tumores cerebrais
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Atendimento focado, análise detalhada dos seus exames e orientação sobre o melhor caminho para o seu caso.
📞 (34) 3256-6300Sobre o Dr. Luiz Fernando
Médico neurocirurgião em Uberlândia – MG, o Dr. Luiz Fernando é especializado no diagnóstico e tratamento de doenças do sistema nervoso central e periférico, incluindo tumores cerebrais, doenças da coluna vertebral, neurovascular e neurocirurgia pediátrica.
Atua com foco em microcirurgia, neuronavegação e técnicas minimamente invasivas, oferecendo um atendimento humanizado e personalizado para cada paciente.
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